Temas como a banalização do mal e o absurdo do Nada são cada vez mais atuais pq pertinentes e pq configurados pela repetição da mídia e da media mentalidade das pessoas comuns. O primeiro tema é retratado por Hannah Arendt (a aluna apaixonada do Heidegger) e o segundo por Sartre (respectivamente) o filosofo divulgador do pensamento de Heidegger no território francês naquele tempo em que o pensamento (e ñ as chacinas ou enchentes) estava na moda, era a bola da vez. O que me parece ser necessário repetir é que Hannah Arendt era doutora em Santo Agostinho (o tal santo católico africano que costuma ser representando sempre branco na iconografia europeia) e que este tratou do tema do mal (sem a banalização figurar no assunto) pq os santos costumam tratar com seriedade os temas concernentes a alma, a vida e da morte (ou pq os tempos eram diferentes e não havia tanta gente devidamente informada sobre tanta coisa realmente interessante), era outro século o de Agostinho.
E o que é banalização? É a questão das questões, me parece ultimamente. Aquilo da maioria desejando ser artista. Desejando ser famoso. Muita gente desejando parecer “inteligente” que indagar pelo sentido do banal me parece (sobretudo) urgente.
Qndo uma imagem é repetida por muito tempo e com intenção definida (vender, por exemplo) há que se questionar dos publicitários o que é a verdade, o que é a beleza e o que é o absurdo.
E o que tem Sartre com sua questão do Nada citado no paragrafo onde se evoca a pensadora judia?
É que me parece que o Nada para a filosofia ñ é o vazio ou a falta de imaginação ou ainda a ausência de respeito à dignidade humana tão presentes nesses noticiários onde a bola da vez é o absurdo da vez. O banal, por assim dizer.
Acusar a presença dessa certa banalização de tudo é tb fruto da minha tentativa de compreender pq são tão necessários o uso de paliativos para suportar a convivência nos dias de hj. Vale citar o álcool dos comercias de TV ou as drogas mais pesadas dos traficantes em suas favelas. Quem ousa a levantar a voz contra esse discurso do consumo do mal é apontado como chato, ou melhor, imbecil. Todo mundo quer ser feliz, quem é louco de perturbar a paz das pessoas falando de vicio ou publicidade?
Desta forma meus caros, atentemos que a NASA pelo menos uma vez por mês diz haver novo planeta habitável em algum lugar do infinito espaço: façamos as malas.

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